Edição 8 foca na Reputação de países, compliance e transparência

A oitava edição foca na Reputação do Brasil - que é considerada fraca em ranking internacional - e na importância do diálogo e da escuta para a democracia e para a reputação, além de trazer conteúdos sobre compliance e transparência.  

 

O Brasil ainda é, apesar da crise que nos assola, a nona economia do mundo. Mas perdemos, nos últimos quatro anos, trinta e três posições no ranking internacional de competitividade, divulgado pelo Fórum Econômico Mundial de Davos e estamos em 33ª posição em um ranking do Reputation Institute que mede a reputação de 55 países. Ou seja, temos muito o que melhorar para atrair investimentos e retomar a confiança. Além de falarmos sobre o Brasil, mostramos também a confirmação de nossa suspeita de que Trump poderia afetar negativamente a percepção internacional sobre os Estado Unidos, principal conclusão do estudo Country RepTrak deste ano. Ainda de acordo com o Reputation Institute, nenhum outro país apresentou queda de reputação tão acentuada quanto a terra do Tio Sam.

 

Na entrevista, tivemos a honra de conversar pessoalmente e por e-mail com o professor Stanley Deetz, que esteve no Rio de Janeiro. Fundador do Center for the Study of Conflict, Collaboration and Creative Governance da Universidade do Colorado. Ele falou sobre comunicação e diálogo nos processos democráticos. Nos artigos inéditos, Paulo Erlich fala da importância do mentoring para as empresas, Bruno Ribeiro sobre o silêncio de Temer nas 24h após o vazamento das gravações de Wesley Batista e Manoel Marcondes Neto nos apresenta o Índice de Transparência Ativa, criado por ele.

 

A Revista da Reputação está no ar com um balanço da satisfação de nossos leitores sobre as primeiras 100 matérias que publicamos e o meu muito obrigada a todos que contribuíram para esta edição. Boa leitura!


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Tatiana Maia Lins
Editora da Revista da Reputação

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