Rio 2016: O desafio de nacionalizar o legado olímpico

 

Governo tem como meta nacionalizar o legado olímpico com incentivos ao esporte em todas as regiões. Somente uma pesquisa poderá averiguar se a população reconheceu as iniciativas.

 

Desde que o Brasil conquistou, em outubro de 2009, o direito de sediar os Jogos Olímpicos e os Jogos Paralímpicos de 2016 no Rio de Janeiro, o governo federal tem como prioridade conceitual fazer com que o legado do maior evento esportivo do planeta contemple todos os estados e o Distrito Federal. No Ministério do Esporte, os investimentos, superiores a R$ 4 bilhões, se voltaram para a construção e consolidação de uma Rede Nacional de Treinamento, que tinha como intenção servir para treinamento dos atletas que disputarão as competições.   


Se os investimentos no esporte pelo país continuarão após as Olimpíadas só o tempo dirá. Assim como só o tempo e uma boa pesquisa dirão se os investimentos feitos até o momento serão reconhecidos pela população como um legado olímpico. De concreto, temos atletas mais bem preparados para esta edição dos jogos, em busca de medalhas que podem colocar o Brasil algumas posições a frente no tradicional quadro liderado pelos Estados Unidos. 


E de concreto temos também o laboratório brasileiro de controle de dopagem, que teria recebido R$ 200 milhões em investimentos, com credenciamento suspenso. Desta vez, a 40 dias da abertura dos Jogos. 

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